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	<title>Vanessa DiCarvalho</title>
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		<title>Você sabe viver bem, sabendo que todo dia é dia de ser feliz?</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 21:40:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa diCarvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<description><![CDATA[ Vanessa DiCarvalho     Tem sempre um dia depois do outro, temos sempre que esperar um novo dia. Muitas vezes fazemos tudo igual e aquele dia se torna igual ao anterior, e assim passa, um dia, o outro dia, e mais &#8230; <a href="http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2010/07/05/voce-sabe-viver-bem-sabendo-que-todo-dia-e-dia-de-ser-feliz/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=235&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> Vanessa DiCarvalho</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">    Tem sempre um dia depois do outro, temos sempre que esperar um novo dia. Muitas vezes fazemos tudo igual e aquele dia se torna igual ao anterior, e assim passa, um dia, o outro dia, e mais um dia, e às vezes tudo ainda continua igual? Está se perguntando por que temos que ter tantos dias iguais, se eles poderiam ser resumir em um só, ou então ter dias diferentes todos os dias? A resposta é simples todos os dias são iguais a todos, mas alguns insistem em negar isso e se transgredir ao diferentinho. “Ah, eu não tenho rotina”. Rotina e a reprodução da normalidade sistemática que nós somos imersos, ou seja, todos têm sua rotina mesmo a negando é normal. E por mais que as pessoas queiram, o máximo que se consegue é dar uma escapada desta prisão cotidiana. Todos nós somos presos dentro do mundo que nós mesmos criamos e reproduzimos todos os dias. O que nos resta? Tudo! O dia sempre começa e termina no mesmo horário então o que precisamos é ter um pouco mais de sapiência e paciência, em organizar, planejar e aguardar o momento certo de ser feliz. As coisas vão e voltam, cotidianamente e toda hora.<span id="more-235"></span></p>
<p style="text-align:justify;">     Uma resignação talvez seja tentar viver melhor com isso, melhor não: “Menos pior”. Muita gente consegue ser feliz enjaulado nesse sistema de “Bom dia, boa tarde e boa noite”, e ter sorriso fácil. Muita gente é de fato triste, porque não consegue enxergar o seu dia (sem saber que todo dia é seu dia) ou o seu momento. Preocupam-se apenas de se fazer de desentendidos por que de fato realmente já são. Outros, como eu, reconhecem a farsa que é isso tudo, e tentam viver bem e verdadeiramente, o melhor possível. Porque continuar vendo pessoas e animais sendo negligenciados em seus direitos fundamentais da vida pode não está certo. Vê corruptos eleitos por nós mesmo, mandando e desmando em nossas leis e com isto levando nosso dinheiro e direitos, é com certeza, não está certo! Ai um bom motivo de ficar só um pouquinho incomodado, mas triste não. O que temos que fazer é abrir os olhos para cada dia, porque todo dia é dia de crescer um pouco mais com os erros.</p>
<p style="text-align:justify;">     Não é uma reflexão sobre: “Poxa que triste, por que tem tanta gente passando fome? Isso é culpa do sistema! Abaixo o sistema!“ ou “Poxa porque que tem que ser assim?”, não se trata disso, se trata de dor, de sofrimento “definhante”, que machuca e impede o crescimento psicossocial e profissional de uma pessoa que por tristeza desiste de viver o seu dia que é único, se trata de sentir na entranhas os “olhos da necessidade”. De não sentir-se pena de si mesmo, pois sofrer trás crescimento, já dizia os mais velhos.</p>
<p style="text-align:justify;">    O meu sofrimento me trouxe força em está aqui hoje dedilhando cada pensamento psicodélico que possa ocorrer em minha mente, cada segundo do meu dia é dedicado a paz interior. Já chorei me desfiei por muitas vezes e por coisas que nada ajudou, e no que isso me acrescentou? Em nada. Mas o sofrimento que fatos me causaram me tornou uma mãe e jornalista, mais confiante e idealizadora de meus próprios elos e sonhos.</p>
<p style="text-align:justify;">     Agora eu pergunto! Alguém já olhou no fundo dos olhos da verdadeira necessidade? Não o sofrimento que ela causa por si só, mas o que ela lhe ensina? Claro que não, ninguém faz isso. É muito mais fácil sentirmos pena de nós mesmos do que procurarmos a solução de nossos problemas. Claro que os olhos da necessidade, do desespero e da dor, são olhos muito aterrorizantes que te persegue às vezes com desejo de choro e que te consome por dentro, te reduz ao que você realmente não é. Mas o que importa se você não focar nisso? Nada acontece se ficar ai chorando.</p>
<p style="text-align:justify;">     Levanta viva e ame quem te ama e claro, os que não te amam também. Pois são teus inimigos que podem está tão pior quanto você agora. Que tal dá uma chance para o amor, que tal dá uma chance para a vida? Todo dia é dia de ser feliz. Seria pecado que o sol ou a lua que Ele, Deus, nos deu não fosse contemplada todos os dias, e que ao invés disso, você, leitor amigo, se tranque na sua mais nova e aterrorizante prisão. E o pior é que ninguém pode lhe ajudar, porque ela permanece dentro de você te consumido e lhe deixando fraco.</p>
<p style="text-align:justify;">     Ideais, foco, amor, Deus, pais, filhos, esposas e maridos, dias e noites bem vividos e porque não a dor? No geral tudo isso é mais importante que suas egocêntricas lágrimas que percorrem sua face sem porque certo. Você passa fome? Frio? É sozinho? Certeza que não, ninguém vive sozinho já dizia grandes filósofos. Levanta daí, abre a janela e apenas observa teu dia ou tua noite, olha o que Deus fez só para você. Todo dia é dia de se amar um pouco mais. Todo dia é dia de ser feliz. Todo dia é sempre dia de viver melhor.</p>
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		<title>Ter estilo é ser dialeticamente ético</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:56:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa diCarvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[“Tudo isso é Gustavo Bernardo em Redação Inquieta” Vanessa DiCarvalho       Poder definir uma obra de expressividade da linguagem acadêmica e os elementos capazes de impressionar, emocionar, sugestionar, convencer e diferenciar nos dias de hoje só poderia ser escrito em &#8230; <a href="http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2010/07/05/ter-estilo-e-ser-dialeticamente-etico/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=232&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong><em>“Tudo isso é Gustavo Bernardo em Redação Inquieta”</em></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Vanessa DiCarvalho</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>     </strong> Poder definir uma obra de expressividade da linguagem acadêmica e os elementos capazes de impressionar, emocionar, sugestionar, convencer e diferenciar nos dias de hoje só poderia ser escrito em Redação Inquieta por Gustavo Bernardo. O livro nos mostra a definição do próprio autor. A obra é composta de uma pequena introdução, e mais sete capítulos:<em> </em><em>Ato, Método, Maniqueísmo, Erro, Estilo, Dialética e Ética</em><em>.</em> Cada um deles se divide em subtópicos, facilitando a reflexão e a compreensão da intrigante teoria ética da redação. Um conjunto de 44 itens compõe a referência bibliográfica, que Gustavo Bernardo intitulou de <em>Dívida</em><em>.</em> Todo capítulo inicia-se com uma citação, em epígrafe. E a do primeiro capítulo, Ensino, é de Cacaso: <em>“Pra se combinar comigo tem que ter opinião”. <span id="more-232"></span></em>    Essa terceira edição é de 1988, sendo que o livro foi reeditado e atualizado em 2000. Todo esse diferencial literário de tais elementos citado na obra, são o que define o estilo do autor. Um estilo único e fugaz nos olhos de quem ler. Com um cenário de vinte anos atrás, o autor nos mostra a abertura política ainda nos primeiros passos e as pessoas quase reaprendendo um novo estilo de vida, reaprendendo a realmente “falar”. Para Bernardo o “desengasgamento” de um povo vivido em cesura rígida. O autor começa seu livro fazendo uma crítica às muitas publicações acadêmicas e jornalísticas daquela época. Tais publicações, partindo de uma seleção de “besteiras da juventude”, retiradas das redações de vestibular, criticavam a “desexpressão” dos jovens. E o autor, então, nos diz que era mesmo “DESEXPRESSÃO – mistura de desespero com expressão.”. Tamanho era o problema, que a desexpressão de uma geração calada, mesmo quando escrevia alguma coisa, continuava calada. Portanto, nada dizia. Fazendo justiça a essa natureza, o autor nos diz também que, diante de um olhar mais atento, o problema da desexpressão aparecia ainda mais amplo e mais profundo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> Um olhar crítico e dialético</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
    Nos livros didáticos, editoriais de jornais, discursos políticos, teses de juízes e doutores, havia uma palavrinha, segundo Bernardo, que servia para tudo “<em>dialeticamente falando</em>..” (p. 126). Para ele esta expressão servia só para assustar seus leitores, onde costumava aparecer em forma de advérbio, quando se queria um palavrão. Segundo o autor, a preocupação do entendimento desta expressão foi tão significativa que todas a trinta e duas páginas do sexto capítulo (Dialética) foram delicadamente selecionadas para esta explicação com suas seis questões fundamentais: Unidade, natureza, espaçotempo (assim mesmo tudo junto.), Deus e desejo. Com a tentativa de dialogar com os argumentos que existiam a respeito das suas próprias contradições. </p>
<p style="text-align:justify;">    Todas essas seis questões surgiram para o autor quando as nossas respostas traziam, de alguma forma, nossas próprias perguntas. <em>“Tornando o nosso mundo significativo pela coragem de nossas peguntas e pela profundidade de nossas respostas (p. 193)”</em>, e foi neste capítulo que Gustavo Bernardo abriu todas as suas contradições sobre a dialética do viver e do mundo, de uma maneira belíssima de se expressar. <em>“Somos, cada um de nós, uma multidão de diferenças. Logo, uma multidão de novidades desconhecidas. (p. 148)”.</em> Belo belo e belo!!! Amo..</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vanessadicarvalho.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vanessadicarvalho.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vanessadicarvalho.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vanessadicarvalho.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/232/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=232&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O futuro dos jornais na visão de Ricardo Noblat</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:48:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa diCarvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[    Vanessa DiCarvalho     Diante da crise dos jornais impressos, o autor, Ricardo Noblat, se mostra convencido de que donos de jornal e jornalistas compartilham o firme propósito de acabar com os jornais. Mesmo admitindo que acabar com os jornais &#8230; <a href="http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2010/07/05/o-futuro-dos-jornais-na-visao-de-ricardo-noblat/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=229&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong><span style="text-decoration:underline;">    Vanessa DiCarvalho</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">    Diante da crise dos jornais impressos, o autor, Ricardo Noblat, se mostra convencido de que donos de jornal e jornalistas compartilham o firme propósito de acabar com os jornais. Mesmo admitindo que acabar com os jornais não seja a intenção. Até porque, segundo o autor, “os donos ficariam sem seus negócios e os jornalistas, sem seus empregos.”.</p>
<p style="text-align:justify;">     O autor chega a afirmar que tanto o dono do jornal, quanto o jornalista “parecem terem firmado uma santa aliança para acabar com os jornais.”. Ainda segundo ele, “os donos porque administram mal as empresas; os jornalistas porque insistem com um modelo de jornal que desagrada às pessoas.”. <span id="more-229"></span>    Explica também sobre dados como os jornais despencaram ao longo dos anos “quase 12% e os telejornais nacionais e mundiais perderam 14% de sua audiência. A internet também começa a tomar anúncios antes destinados aos jornais. Até 2010, os jornais deverão perder para a Web de 10 a 30% de sua receita com publicidade, segundo executivos da área ouvidos em 2001 pela Innovation Internacional Media Consulting Group. Somente nos Estados Unidos, a publicidade online saltou de 200 milhões de dólares em 1996 para 4 bilhões a 12 bilhões de dólares em 2000, a depender da fonte que se consulte.”.</p>
<p style="text-align:justify;">    Na opinião do autor os leitores acham que o cardápio de assuntos dos jornais está mais de acordo com o gosto dos jornalistas do que com o gosto deles, “é que a visão que os jornalistas têm da vida é muito distante da visão que eles têm. Nada disso, porém, parece abalar jornalistas e donos de jornal. Eles se comportam como se soubessem, mais do que os leitores, o que estes querem, têm obrigação de querer ou devem deixar de querer.”.</p>
<p style="text-align:justify;">    Ricardo Noblat chega a críticar também a economia brasileira, “acrescente-se ao rol das queixas a cobrança por jornais mais baratos. Os nossos são muito caros. E é pequeno o público disposto a pagar por eles. Temos 53 milhões de pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza. E 23 milhões delas são miseráveis. Nos últimos cinco anos, a taxa de desemprego aumentou em 23% e o poder de compra dos salários desabou em 35%. O país cresceu 14% em 1973 e, em 2002, só deverá crescer 1%, se tanto.”.</p>
<p style="text-align:justify;">    Diante deste pensamento o autor conclui o capítulo explicando que somente com uma mudança radical de conteúdo, será capaz de prolongar a lenta agonia dos jornais. E que a soberba, mãe de todos os pecados, costuma ditar o comportamento de jornalistas poderosos.  Para ele os jornais, contudo morrerão, a porém a informação não. </p>
<p style="text-align:center;"><em>“Que viva, pois, o jornalismo! Porque pouco importa a forma que os jornais venham a tomar no futuro, pouco importa se alguns deles acabarão preservados como espécies de relíquias — o homem sempre precisará de informações.” (</em> Ricardo Noblat<em>).</em></p>
<p style="text-align:right;"> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vanessadicarvalho.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vanessadicarvalho.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vanessadicarvalho.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vanessadicarvalho.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/229/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=229&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Intelectual Indignado</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:31:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa diCarvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vanessa DiCarvalho  &#8220;Outrora, os intelectuais eram homens que, na Universidade ou fora dela, acreditavam nas idéias que formulavam e formulavam idéias como uma resposta às suas convicções. Os intelectuais, dizia Sartre, casam-se com o seu tempo e não devem traí-lo.&#8221; &#8230; <a href="http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2010/07/05/intelectual-indignado/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=225&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Vanessa DiCarvalho</span></strong></p>
<p style="text-align:right;"> <em>&#8220;Outrora, os intelectuais eram homens que, na Universidade ou fora dela, acreditavam nas idéias que formulavam e formulavam idéias como uma resposta às suas convicções. Os intelectuais, dizia Sartre, casam-se com o seu tempo e não devem traí-lo.&#8221;</em> (Milton Santos)</p>
<p style="text-align:justify;">     A obra O<em> Espaço do Cidadão</em> foi escrito pelo intelectual, professor, geógrafo, filósofo brasileiro e cidadão indignado<em> </em>Milton Santos,  um baiano que tinha como comprometido os problemas e questões de sua época. Redigido na época de uma Constituição Brasileira totalmente nova, Milton Santos através de sua obra, revoluciona ao seus leitores o enorme processo de transformação do cidadão de seu tempo com um ponto de vista bem particular, “<em>A grande perversão do nosso tempo,vem muito além daquelas que são comumente apontadas como vícios, está no papel que o consumo veio representar na vida coletiva e na formação do caráter dos indivíduos</em><em>.</em><em>”(p.33),</em> o professor acreditava que o consumidor insatisfeito se alienava as condições sociais determinadas, se submetia cegamente aos valores e instituições dadas, perdendo assim a consciência de seus verdadeiros problemas.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-225"></span>     Segundo o filosófo na construção da sociedade corporativa, da qual o Brasil é um exemplo, reina a propaganda como fazedora de símbolos e mudanças, o consumismo como seu portador, a cultura de massas como sopa de cultura fabricada e a burocracia como instrumento e fonte de alienação <em>“</em><em>Numa sociedade tornada competitiva pelos valores que erigiu como dogmas, o consumo é verdadeiro ópio, cujos templos modernos são os Shopping-centers e os supermercados, aliás construí dos à feição das catedrais.</em><em>”(</em><em>p.34</em><em>).</em> Segundo a obra podemos sentir que Milton queria uma forma de expressar e manifestar suas idéias miltonianas, dissertando a extinção da classificação dos seres vivos, segundo uma classe agressiva da cidadania onde à maior parte da população brasileira que se dá juntamente à evolução da sociedade de consumo. Mostrando assim sua indignação sempre foi muito além de qualquer opinião ou religião,  e que a causa do embrutecimento moral do cidadão vinha do seu combate singular com seus próprios valores.</p>
<p style="text-align:justify;">    Para Milton Santos até a moda segue um tipo de significado diferente o qual se é convencional. <em>“A moda é uma manivela de consumo, pela criação de novos objetivos que empoem ao indivíduo.”(p. 35).</em> Segundo o autor a necessidade de mudança é tão grande no ser humano que de alguma forma isso se torna muito mais forte que sua própria personalidade.</p>
<p style="text-align:justify;">    Milton Santos, personalidade esta que foi um destes raros pensadores que por suas atividades, suas reflexões e pelos textos que produziu, adquiriu o direito de ser promovido a filósofo do nosso tempo. Essa rara condição, intelectual verdadeiro, aliada às posturas indignadas que normalmente lhe correspondem, são, em nossa opinião, algumas das principais características presentes na trajetória, na obra e nas diversas manifestações do velho professor de geografia. Ao realce, portanto, pretendo dedicar esta breve homenagem à você, de como conhecido o intelectual indignado, Milton Santos.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vanessadicarvalho.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vanessadicarvalho.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vanessadicarvalho.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vanessadicarvalho.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/225/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=225&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Eternos esquecidos?</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa diCarvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Vanessa DiCarvalho      Quantos artistas de rua são desvalorizados a cada momento de seu cotidiano? Ou se quer não são reconhecidos. Artistas estes que desenvolvem ainda criança, atividades ou aptidões que vão lhe fazer ser, como se fosse algo natural, &#8230; <a href="http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2010/07/05/eternos-esquecidos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=221&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="text-decoration:underline;">Vanessa DiCarvalho </span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">    Quantos artistas de rua são desvalorizados a cada momento de seu cotidiano? Ou se quer não são reconhecidos. Artistas estes que desenvolvem ainda criança, atividades ou aptidões que vão lhe fazer ser, como se fosse algo natural, porém especial, que já vem embutido no coração e na alma.  Aos poucos são eles que nos lembram da desigualdade, da pobreza ou do fato esquecido ao conhecermos suas histórias de força e a melancolia de seus amores, tendo como união em qualquer instância a esperança de uma vida melhor ou ao menos o reconhecimento de sua arte.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-221"></span>    Em todos os momentos, são estas pessoas que transmitem uma energia forte e positiva rara de amor e da garra eterna. Por observar suas vidas, estas pessoas, me trouxeram à tona uma realidade de duas faces, onde em um lado vivemos uma indústria cultural que vira as costas pra trabalhos verdadeiros e propaga uma arte vazia, e no outro, pessoas que ainda pensam no Brasil e percorrem país afora, artistas estes que fazem seus trabalhos com a alma e não com o pensamento fincado somente no cifrão.</p>
<p style="text-align:justify;">    Imagine quantos milhares artistas de ruas com talentos, arte e dom, vivem a triste realidade de ver sua arte ser valorizada em uma moeda de vinte e cinco centavos. “A pessoa é para o que nasce”, antes de ser nome de documentário é frase do consumo popular. Pois uma pessoa que nasce pobre, em ambiente ignorante, exposta a poucos estímulos construtivos, pode estar presa à sua &#8220;condição humana&#8221; e construir para si mesma uma vida igualmente miserável, ou pode enxergar que existe outro mundo e pavimentar a estrada que o levará até lá.</p>
<p style="text-align:justify;">    A condição humana é um conjunto de fatores a priori, ou seja, que existiam antes da própria pessoa, mas ela não é sinônimo de destino, pois entra em jogo a consciência, que pode mudar tudo. Alguém já disse que viver nada mais é do que resolver problemas? A quantidade de situações que exigem que apresentemos soluções durante apenas um dia de nossa vida é imenso. Não nos damos conta disso porque a maioria das soluções são praticamente automáticas, pois estamos sendo preparados desde a infância para encontrá-las, e porque, em sua maioria, dizem respeito a pequenas decisões do cotidiano, como escolher qual roupa vestir, resolver o cardápio do dia ou decidir o melhor trajeto entre a casa e o trabalho. Entretanto, ao longo de sua vida, o homem também se depara com situações mais complexas, que exigem mais do que a lógica banal do cotidiano. É quando se vê obrigado a encarar uma situação-problema, encontrar a melhor solução e retomar, dessa forma, o equilíbrio que parecia perdido é encontrado dentro de si uma maneira de se manter vivo.</p>
<p style="text-align:justify;">    As respostas estão, portanto, muito mais dentro de nós do que fora, e essas respostas são as que explicam os fracassos e os sucessos destes artistas de rua, bem como esclarecem as grandes dúvidas de nossos próprios fracassos cotidianos. Estes artistas encontram nas oportunidades as grandes soluções tão esperadas de um futuro. Portanto não valorizemos uma arte de rua por apenas vinte e cinco centavos arremessados, como uma arte profanada sem alma ou coração, de quem nunca vai entender que a verdadeira arte da vida é apenas viver.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vanessadicarvalho.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vanessadicarvalho.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vanessadicarvalho.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vanessadicarvalho.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/221/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=221&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Crônica &#8211; A minha querida e eterna Pasta Preta</title>
		<link>http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2010/04/22/cronica-a-minha-querida-e-eterna-pasta-preta/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 00:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa diCarvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Vanessa DiCarvalho   Ao arrumar todos os meus livros, que não são poucos, colocados e organizados esteticamente em um armário no meu quarto, na parte inferior do móvel, aproveitei para admirar um pouco a minha pasta preta, tão especial para &#8230; <a href="http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2010/04/22/cronica-a-minha-querida-e-eterna-pasta-preta/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=195&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><strong><em><span style="text-decoration:underline;">Por Vanessa DiCarvalho</span></em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">  Ao arrumar todos os meus livros, que não são poucos, colocados e organizados esteticamente em um armário no meu quarto, na parte inferior do móvel, aproveitei para admirar um pouco a minha pasta preta, tão especial para o meu coração. Protegida em plástico, esta pasta guardava um sonho mágico de amor, fotos e cartas que cotidianamente foram surgindo ao longo do meu namoro. Em ordem cronológica e com muito carinho, tudo foi colocado, cuidadosamente, ao lado dos cartões de rosas vermelhas.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-195"></span>Os Correios, na época, não eram tão rápido como um email hoje, talvez devido às dificuldades da época, mas isso não o impedia de redigir todos os dias, de uma maneira ultrapassada, porém romântica, seus pensamentos. Estas cartas chegavam diariamente tragas pelo mesmo carteiro, virou uma espera incessantemente que um novo dia viesse a nascer, e aquele senhor de cabelos brancos e pele judiada pelo sol, trouxesse a minha carta do dia. Dia após dia, em seis anos, recebi suas juras de amor, pelo mais antigo modo de amar e se corresponder. Formou-se então, um bom volume de papel que, para mim, representava um tesouro inestimável o qual guardava com tanto carinho á tantos anos, e que por muitas vezes, eu as pegava uma por uma e relia como se fosse recebida naquele instante. Estas cartas traziam palavras e pensamentos ternos, com juras de amor digno de quem ama.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas elas, as cartas, estavam deixando de chegar, aquele senhor de cabeça branca e rosto hostilizado pelo sol, já havia sumido. O que aconteceu com aquele amor e romantismo eterno? Existe amor eterno? Não, nada é eterno.  Esta cena repetiu-se, com sentimentos cada vez mais duvidosos, por inúmeras vezes, sem conversa ou explicações. Dias se passaram e eu ainda não as recebia, o que estava acontecendo? Eu não sabia até então. Eu mesmo sem recebê-las ainda era feliz, pois eu o tinha. Às vezes e muitas vezes, distante, mas ali estava ele sentado no sofá mexendo no celular enquanto eu assistia à televisão. Ele estava feliz? Estávamos felizes? Não, não estávamos. Eu sabia disso, mas abstive por muitas vezes está certeza, até mesmo por medo da certeza que nunca tinha. Ele mudo permanecia, dava à hora de ir embora e lá vinha ele a se despedir com um beijo no rosto. É eu também já não estava tão feliz assim.</p>
<p style="text-align:justify;"> Numa tarde bem tranqüila, até muito bonita, estava eu dedilhando ao laptop, quando um telefonema recebido destruiu toda essa minha utopia de felicidade e me revelou todas as minhas dúvidas, verdades e medos, fazendo-lhe tristes revelações de traição que já perdurava por alguns meses. O meu mundo se deteriorou. Nenhuma humilhação dele foi feita com pedidos de reconciliação, nenhuma nova chance de amar foi concedida. Cenas de perdão não aconteceram, mesmo com a confiança perdida, eu ainda as esperava. E aos acordes do Pai-Nosso, eu quis perdoar! Porém não conseguia, não aceitava o abandono. Humilhei-me, ajoelhe-me e nada aconteceu. Fui tola e inocente aos olhos de quem julgava. Mas eu não enxergava. Eu sofri, deprimi e chorei bastante.</p>
<p style="text-align:justify;"> Dois meses difíceis se passaram, muitas lágrimas vieram e foram para esta pequena sonhadora. Enquanto a minha querida pasta preta ficou as retrospectivas, as cartas e fotos me faziam sorri, me faziam chorar de emoção e depois, de tantas lágrimas promovidas de dor, amor, traição, solidão e falta de perdão, eu a guardava no armário. Ah, minha eterna pasta preta! Nada é eterno! Nada é para sempre. Enganando-me, iludindo-me todos estes anos por lindas palavras escritas de um coração vazio e sem escrúpulos.</p>
<p style="text-align:justify;"> Dois meses depois do término, tomada por uma decisão fui direcionando-me a uma estrada obscura e triste. A pasta preta virou rotina, não sai de mim. Caminhei até o meu quarto com uma percepção maluca e desprovida de razão, onde estava a minha pasta preta e, decidida que ali agora continha apenas velhos papéis que não mais significavam tesouros para ao meu coração. Pelo contrário era aquela pasta o qual me prendia a um doloroso abandono, eu a joguei fora. O que não impediu que as lágrimas jorrassem em cada carta que era rasgada e arremessada no saco de lixo. A partir dali, prometi não sentimentalizar nenhum outro objeto que me lembrasse o amor. Fechei-me para o mundo e para o amor eterno. Mas que eterno mesmo? Nada é para sempre, nem a divina pasta preta. Nossa como eu o amei. Para que pasta preta se o perdi? Não fazia sentido.</p>
<p style="text-align:justify;">Voltar a viver e ter certeza que sou mais eu? Não adiantaria naquela hora. E a dor que eu havia sentido? Perdoá-lo? E minha vida? Minha vida era ele? Será que eu estava certa? Não eu realmente não estava. Só estava sendo egocêntrica e hipócrita comigo mesma. Nova meta de amar trouxe-me um caminho promovido revelações a cada segundo que se passava uma única certeza eu já tinha. Eu estava errada! Existe amor eterno sim! Posso sim fazer uma nova pasta preta. Dedicada a quem realmente amo e me ama, minha filha! Minha linda e eterna filha.</p>
<p style="text-align:justify;">Muitas vezes, a vida usa símbolos, acontecimentos que são sinais para que possamos entender que, antes de merecermos aquilo que desejamos, precisamos aprender algo de importante valor, precisamos estar prontos e maduros para viver determinadas situações, ou melhor, aprovações. Compreendi também que a vida segue seu próprio fluxo, e que este fluxo é perfeito e imodificável. Tudo acontece no seu devido tempo e o mais importante é que o sofrimento purifica a alma. E a minha foi renovada aos olhos de Deus. Agora posso dizer que esta é a minha primeira carta para a minha segunda e eterna pasta preta.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vanessadicarvalho.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vanessadicarvalho.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vanessadicarvalho.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vanessadicarvalho.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/195/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=195&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A arte deu lugar à depredação no Teatro Nacional</title>
		<link>http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2009/06/10/a-arte-deu-lugar-a-depredacao-a-reforma-iniciada-em-abril-de-2007-no-teatro-nacional-ainda-nao-acabou-e-causa-tristeza-aos-brasilienses/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 16:57:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa diCarvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Athos Bulcão e underground]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[  Vanessa DiCarvalho    Quem um dia imaginaria na capital federal, lugar considerado ninho da cultura no cenário nacional e internacional poderia contrastar o descaso com um de seus maiores monumentos, o Teatro Nacional, projetado por Oscar Niemeyer.    Inaugurado &#8230; <a href="http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2009/06/10/a-arte-deu-lugar-a-depredacao-a-reforma-iniciada-em-abril-de-2007-no-teatro-nacional-ainda-nao-acabou-e-causa-tristeza-aos-brasilienses/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=103&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:left;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">Vanessa DiCarvalho</span></span> </div>
<p> </p>
<div id="attachment_123" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><img class="size-full wp-image-123  " title="foto:" src="http://vanessadicarvalho.files.wordpress.com/2009/06/800px-teatro_nacional_claudio_santoro_015.jpg?w=500" alt="Teatro Nacional de Brasília"   /><p class="wp-caption-text">Teatro Nacional de Brasília</p></div>
<p class="mceTemp" style="text-align:justify;">Quem um dia imaginaria na capital federal, lugar considerado ninho da cultura no cenário nacional e internacional poderia contrastar o descaso com um de seus maiores monumentos, o Teatro Nacional, projetado por Oscar Niemeyer.</p>
<p class="mceTemp" style="text-align:justify;"> <span id="more-103"></span></p>
<p class="mceTemp" style="text-align:justify;"> Inaugurado em seis de março de 1979, o monumento apresenta a forma de uma pirâmide sem ápice, com 46 metros de altura. Composto de painéis de vidros, esculturas, jardins e volumes geométricos.</p>
<p class="mceTemp" style="text-align:justify;">Tem como trajetória artística não só quem freqüenta sua arte ou suas galerias, mas também os que entram acidentalmente em contato com sua obra, seja quando passa para ir ao trabalho, à escola ou simplesmente passeia pela cidade.  </p>
<p class="mceTemp" style="text-align:justify;">É o caso do engenheiro Gustavo Souza, 30. Todos os dias passa em frente do monumento para ir trabalhar. “Realmente é impossível, não admira-lo. Mas ele fica um pouco estranho sem os cubos.” A estranheza a qual se refere o engenheiro se dá pelo fato do museu estar em reformas.</p>
<p class="wp-caption-dd" style="text-align:justify;">Desde que foi iniciada em abril de 2007, foram tiradas para a reforma o relevo que cobria a lateral do Teatro, dois painéis e os cubos de Athos Bulcão que enfeitavam a construção. Um dos painéis do artista ficava na entrada do edifício projetado por Oscar Niemeyer. Cobria a parede atrás da escada em espiral que unia o térreo ao segundo andar. O outro eram azulejos que acobertava toda a parede da piscina e da sauna.</p>
<p class="wp-caption-dd" style="text-align:justify;">O artista brincou com as duas cores preferidas, azul e branco, criando ilusões de ótica com a figura de atletas.</p>
<p class="wp-caption-dd" style="text-align:justify;"> <img class="alignright size-thumbnail wp-image-132" title="logomarca" src="http://vanessadicarvalho.files.wordpress.com/2009/06/logomarca6.jpg?w=107&#038;h=150" alt="logomarca" width="107" height="150" />A secretária executiva da Fundação Athos Bulcão, Valéria Cabral, 36, diz que foi ao clube três vezes nos últimos anos para recolher os azulejos, mas foi barrada em todas elas. “As pessoas precisam se lembrar que essa cidade é delas. Elas vivem aqui, constituem família, têm filhos e netos. Você precisa ter isso para mostrar para as pessoas, para deixar a herança da sua cidade”, destaca. Tudo deveria ter sido recolocado no início deste ano, o que não aconteceu.</p>
<p class="wp-caption-dd" style="text-align:justify;">O Teatro Nacional reabriu a temporada de 2009 com os mesmos problemas do ano passado. “O cheiro de mofo nas salas é forte, as poltronas estão velhas, sujas e com buracos. Os elevadores que levam ao terraço e aos camarins estão parados há um ano.” Explica Fátima Silva, 39. Faxineira a cinco anos no Teatro Nacional. “Se não bastasse estar sem as obras e sem a reforma interna, a parede do Teatro Nacional ainda vira vítima de vandalismo.”. Destaca Fátima.</p>
<dd class="wp-caption-dd"></dd>
<dd class="wp-caption-dd"><strong>Será esse ato de vandalismo ou protesto?</strong></p>
<div id="attachment_126" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><img class="size-medium wp-image-126 " title="TEATRO NAOCIONAL FEIO" src="http://vanessadicarvalho.files.wordpress.com/2009/06/teatro-naocional-feio.jpg?w=180&#038;h=135" alt="Fachada do Teatro Nacional sem os cubos de Athos Bulcão e pinchado" width="180" height="135" /><p class="wp-caption-text">Fachada do Teatro Nacional sem os cubos de Athos Bulcão e pinchado</p></div>
</dd>
<dd class="wp-caption-dd">
<p style="text-align:justify;">Na madrugada de domingo para segunda-feira, 16 de março de 2009. O Teatro Nacional Cláudio Santoro foi pichado. Essa atitude poderia se um ato de vandalismo ou um protesto? Adílson Soares, 29 é artista plástico há dez anos em Brasília explica.  “Eu como adepto da cultura “underground” a tal chamada “subcultura” pelos conservadores, os mesmo que repudiaram o fato, fiquei boquiaberto com a iniciativa. Nunca imaginei que alguém teria coragem de pichar o monumento.”A policial local e os “conservadores” ficaram revoltados com as inscrições compostas por tinta negra nas paredes do teatro no local aonde deveriam encontrar-se os blocos de concreto de Athos Bulcão, mas que por falta de interesse das partes, Ministério da Cultura e Empresas do ramo, já completam dois anos de depredação.</p>
<p> <a title="Fotogaleria" href="http://www.slide.com/r/7Kg7vi233j_KNOA20oHAbDKvEh2otHN9?previous_view=mscd_embedded_url&amp;view=original">Veja as fotos do Teatro Nacional</a></p>
</dd>
<br /> Tagged: Fundação Athos Bulcão e underground, Teatro Nacional <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vanessadicarvalho.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vanessadicarvalho.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vanessadicarvalho.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vanessadicarvalho.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/103/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=103&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">vanessa dicarvalho</media:title>
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			<media:title type="html">foto:</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">logomarca</media:title>
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		<media:content url="http://vanessadicarvalho.files.wordpress.com/2009/06/teatro-naocional-feio.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">TEATRO NAOCIONAL FEIO</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>A moda é ter estilo!</title>
		<link>http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2009/05/06/ser-diferente-mesmo-sendo-igual-a-todo-mundo-e-o-que-a-moda-de-proporciona/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 21:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa diCarvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vanessadicarvalho.wordpress.com/?p=52</guid>
		<description><![CDATA[Moda <a href="http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2009/05/06/ser-diferente-mesmo-sendo-igual-a-todo-mundo-e-o-que-a-moda-de-proporciona/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=52&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><span style="color:#800000;"><strong><em>´´A moda passa e o estilo e elegância ficam..´´</em> </strong><br />
Gabrielle Chanel</span></p>
<div id="attachment_173" class="wp-caption alignleft" style="width: 288px"><img class="size-full wp-image-173 " title="Moda%20desenho" src="http://vanessadicarvalho.files.wordpress.com/2009/05/moda20desenho3.jpg?w=500" alt="Moda é ser diferente mesmo sendo igual a todo mundo"   /><p class="wp-caption-text">Moda é ser diferente mesmo sendo igual a todo mundo</p></div>
<p class="wp-caption-dt" style="text-align:justify;">Moda talvez não seje tema de intelectuais, porém ao mesmo momento em que ela cresce e leva consigo todas as classes sociais, deixa sem ação os que têm vocação para falar do assunto devido à idéia equivocada de que a moda é sinônimo de futilidade. Os leigos vêem somente a superfície do assunto, não percebem que a moda é parte do contexto social e deve ser sim discutida, uma vez que ela é diretamente influenciada por todos os aspectos e acontecimentos sociais e históricos.<span id="more-52"></span></p>
<p class="wp-caption-dt" style="text-align:justify;"> Toda essa história é necessária pra enfatizar que a moda se altera conforme os acontecimentos históricos e culturais.</p>
<p class="wp-caption-dt" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">No começo do século passado os trajes femininos eram enormes, pesados e o uso do espartilho obrigatório. Com a chegada das grandes guerras levando os homens para os campos de batalha as mulheres se viram obrigadas a trabalhar para sobreviver e os trajes tiveram que se adaptar. </span><span style="color:#000000;">As guerras entristecem o mundo, mas é curioso analisar que sempre após uma grande guerra ou catástrofe surgem tendências de moda alegres, coloridas e de formas confortáveis. É o que explica Antunes Ribeiro, professor de design e história da moda, da faculdade AD1 em Brasília.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Na opinião do profissional, aqueles que, na moda vêem apenas moda, são tolos. Pois ela, que aparentemente apresenta um alto grau de futilidade, não se reduz apenas a cobrir o corpo, mais do que isso, ela tem um cunho altamente pessoal, revelam como nos vemos e como gostamos de ser vistos.</span></p>
<div id="attachment_169" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-169" title="ser vc mesmo" src="http://vanessadicarvalho.files.wordpress.com/2009/05/ser-vc-mesmo1.jpg?w=150&#038;h=150" alt="Seja você!" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Seja você!</p></div>
<p style="text-align:justify;">E por esses motivos é se pode dizer que moda, é muito mais do que aquilo que vemos nos desfiles. Moda é criação, mesmo apesar da banalidade que possa transparecer, foi ela o fator que mais contribuiu para tirar os homens de um mundo burocrático, abrindo um espaço público maior e mais livre. Vê-se por fim que na história moderna, a moda é dos assuntos, o menos angustiante.</p>
<p style="text-align:justify;">O mais importante é sentir-se bem. Não importa o que a sociedade impõe sobre moda,  o que se deve fazer é impor as vontades existentes dentro de cada um. Porque moda existe para todos os estilos, você só precisa montar o seu. E considere que o que você veste fala muito sobre o que você é. Seguir uma moda só porque ela está em alta, significa negar o seu próprio estilo, ou a sua personalidade, o seu eu. Ou seja, a moda passa e os estilo e a elegância ficam.</p>
<p> <span style="color:#000000;">Clica aqui: <a title="Moda" href="http://www.slide.com/r/GieIMKZB2j9mM-r0KPXsocSY1l5NEdyu?previous_view=mscd_embedded_url&amp;view=original" target="_self">Fotogaleria</a></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vanessadicarvalho.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vanessadicarvalho.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vanessadicarvalho.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vanessadicarvalho.wordpress.com/52/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/52/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/52/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=52&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">vanessa dicarvalho</media:title>
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			<media:title type="html">Moda%20desenho</media:title>
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			<media:title type="html">ser vc mesmo</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>As mudanças da comunicação na visão virtual</title>
		<link>http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2009/05/05/as-mudancas-da-comunicacao-na-visao-virtual/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2009 17:03:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa diCarvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Os modos de comunicação ou meios de comunicação antes não tinham o caráter que têm hoje. De alguma forma tudo hoje gira em torno do computador ou da internet. Melhor dizendo, a comunicação mudou em todos os âmbitos. Jornais são um meio que perderam (de certa forma) a sua característica de informar fatos novos diariamente, eles ficaram ultrapassados, até porque nos seus sites eles se atualizam sempre que ocorre um fato novo, tornando seu suporte físico ultrapassado.  <a href="http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2009/05/05/as-mudancas-da-comunicacao-na-visao-virtual/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=37&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Vanessa DiCarvalho</span></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dt class="wp-caption-dt"></dt>
<dd class="wp-caption-dd">
<div id="attachment_164" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-164" title="pc" src="http://vanessadicarvalho.files.wordpress.com/2009/05/pc1.png?w=300&#038;h=280" alt="Evolução Virtual" width="300" height="280" /><p class="wp-caption-text">Evolução Virtual</p></div>
</dd>
</div>
<p style="text-align:justify;">Os modos de comunicação ou meios de comunicação antes não tinham o caráter que têm hoje. De alguma forma, tudo hoje gira em torno do computador ou da internet. Melhor dizendo, a comunicação mudou em todos os âmbitos. O jornal é um meio que perdeu (de certa forma) a sua característica de informar fatos novos diariamente, em virtude dos seus <em>sites</em> serem atualizados em tempo real aos fatos, tornando seu suporte físico ultrapassado. Um exemplo claro dessas mudanças são renovações virtuais como <em>Blog, Facebook, Orkut, YouTube</em> que a cada dia se tornam mais populares, principalmente, entre os jovens que têm acesso a esses meios virtuais.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-37"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Ganhando a cada dia mais espaço a interatividade. Com o advento da internet, até o modo como recebemos uma mensagem mudou. Antes por exemplo, era mais fácil saber quem tinha passado determinada informação e se ela de fato era confiável ou não. Hoje, quando recebemos um e-mail com alguma mensagem, mesmo que assinada, não sabemos quem é o seu real autor, isso além de não termos sempre a certeza de que aquela informação é real ou não.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Assim, a verificação das fontes hoje tem que ser feita com muito mais prudência, já que não conhecemos a veracidade das próprias. Esse meio de comunicação gira em torno da necessidade do usuário. E com toda essa mudança acaba que o jornalismo ganha novas fronteiras e novos avanços.</p>
<p style="text-align:justify;">Atualmente para a vida de um jornalista é muito mais tranquilo acabar de redigir determinada matéria e envia-la ao seu destino via e-mail. Essas são algumas das milhares de opções que a internet nos proporciona. Desde o seu surgimento, a internet é acessada por todos que procuram comodidade, informação, interatividade e principalmente, eficiência.  Esse foi um dos pontos mais almejados por Timothy Berners-Lee &#8211; o inventor da <em>World Wide Web (WWW</em>).</p>
<p style="text-align:justify;">A história por trás dessas criações começou no meio acadêmico, quando Berners-Lee procurava um jeito mais fácil de compartilhar informações com outros pesquisadores e, para isso, adotou o já existente conceito de hipertexto e criou um projeto chamado <em>Enquire</em>. Outros famosos e influentes desse mundo virtual foram Ted Nelson e Pierre Lévy. A contribuição de Ted Nelson para desenvolvimento foi tão profunda estendendo-se até à própria origem dos termos hipertexto e hipermídia. O hipertexto, por exemplo, permite a qualquer pessoa estabelecer links para outros textos fora do documento original.</p>
<p style="text-align:justify;">O protocolo do <em>Universal Resource Locator (URL),</em> permite a qualquer um estabelecer um link a qualquer documento acessível ao público e em qualquer lugar da Internet, sendo o mesmo conceito para a hipermídia, mudando apenas para áudio e vídeo. E no caso de Pierre Lévy, seus estudos giram em torno da internet e no decorrer do avanço da tecnologia na sociedade.</p>
<p style="text-align:justify;">Cada nova geração de meios de comunicação trouxe consigo sua carga de utopias. Porém, entre várias descobertas desde a maquina de lavar, internet foi a melhor já criada.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vanessadicarvalho.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vanessadicarvalho.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vanessadicarvalho.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vanessadicarvalho.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vanessadicarvalho.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vanessadicarvalho.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vanessadicarvalho.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vanessadicarvalho.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vanessadicarvalho.wordpress.com/37/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=37&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">pc</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O consumo da Web afetividade</title>
		<link>http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2009/04/25/o-consumo-da-afetividade-virtual/</link>
		<comments>http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2009/04/25/o-consumo-da-afetividade-virtual/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 14:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa diCarvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vanessadicarvalho.wordpress.com/?p=31</guid>
		<description><![CDATA[Na expectativa de manifestar um sentimento, pessoas vão em busca de relações na contemporaneidade da internet. <a href="http://vanessadicarvalho.wordpress.com/2009/04/25/o-consumo-da-afetividade-virtual/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vanessadicarvalho.wordpress.com&amp;blog=7468828&amp;post=31&amp;subd=vanessadicarvalho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="text-decoration:underline;">Vanessa DiCarvalho</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<div id="attachment_160" class="wp-caption alignleft" style="width: 226px"><img class="size-full wp-image-160 " title="mouselove" src="http://vanessadicarvalho.files.wordpress.com/2009/04/mouselove.jpg?w=500" alt="O mouse do amor"   /><p class="wp-caption-text">Relacionamento Online</p></div>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> A era da informática traz hoje, a possibilidade de manter relações à distância, a solidão é amenizada através de salas de bate papos na internet. Onde milhares de pessoas se conectam na tentativa de buscar um relacionamento, mesmo que seja por um momento, e que este de alguma forma traga alguma espécie de prazer ou de consolação.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span id="more-31"></span>Partindo da hipótese de que na Internet há uma precaução maior da identidade, fazendo com que a pessoa se expresse de modo com que, certamente, não faria pessoalmente. É o que explica a psicóloga Simone Colto, 45, formada há 11 anos pela PUC (Universidade Católica) de Brasília. “Enquanto se está no universo virtual, se está no mundo da fantasia, da imaginação e sobre esta não se pode praticar controle.”. Explica a psicóloga especializada em relacionamentos. “Assim podemos considerar diante dessa realidade que se apresenta o mundo virtual do relacionamento, onde as pessoas manifestam uma opinião pessoal muito interessante a outras que ainda não conhecem.”. Conclui a psicóloga.</p>
<p style="text-align:justify;">Em “<em>Vida líquida”,</em> um dos livros do sociólogo e escritor polonês, <a href="http://www.livrariaresposta.com.br/v2/listagem.php?autor=1973">Zygmunt Bauman, </a> explica que a fluidez da existência contemporânea no mundo dos que se relacionam virtualmente, se reporta ao texto &#8220;Sobre a vida num mundo líquido moderno dos sites de relacionamentos&#8221; onde o autor traz a seguinte observação: “É preciso acelerar o &#8220;alcançar&#8221;, caso se deseje provar das delícias do &#8220;largar&#8221;.”. Este trecho remete de uma maneira geral, de uma forma como as pessoas vem lidando em seu cotidiano em todos os segmentos de vida.</p>
<p style="text-align:justify;"> “Cada vez mais o homem se vê só dentro do seu universo, buscando e ao mesmo tempo evitando relações, por medo de criar vínculos.” Esta opinião é do sociólogo Átila Martins, 32. A idéia de instituir família e laços de união caracteriza uma &#8220;estabilidade forçada&#8221;, é o que explica o sociólogo. “Os dias de hoje naturalmente não permitem uma estabilidade forçada, pois a aceleração do tempo, a corrida por dinheiro, o excesso de trabalho em um mercado extremamente competitivo, criam um ideário de que viver só é a melhor alternativa.”. Átila Martins enfatiza também a idéia que hoje em dia é muito, mas fácil mentir e omitir coisas a quem não está presente.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa conquista tecnológica – a internet &#8211; estruturou a sociedade em rede e, assim, alterou as relações em fugazes, efêmeras e superficiais, e também virtuais.</p>
<p style="text-align:justify;"> O cenário do mundo sofreu então, num curto espaço de tempo, grandes transformações, que têm afetado as várias esferas da vida humana, provocando novas emoções, comportamentos, incluindo novas maneiras de se vestir e de se relacionar.</p>
<p style="text-align:justify;">Para a estudante de Jornalismo Mayara Lego, 24, a época que vivemos é muito singular. “Devido à efemeridade dos encontros e desencontros, aos avanços tecnológicos e à globalização, que faz com que tudo aconteça num curto espaço de tempo e em todo mundo, cooperando para novos tipos de relacionamentos.” A estudante explica também que as conquistas afetivas são concebidas como pequenas vitórias, como se fosse um consumo da afetividade. “Considerando que até isto está à venda, no momento em que se paga para acessar este &#8220;afeto&#8221;, se paga para amar.”.  Alega Mayara Lego.</p>
<p style="text-align:justify;">O mundo virtual proporcionado pela internet faz sucesso por se tratar de um mundo lúdico. É um modo coerente com a maneira de viver nos dias de hoje, pois não exige engajamento nem compromisso, sendo cada vez mais as relações calcadas no pas­sageiro, no banal, como tendências claras de valores aceitos culturalmente, e como exemplo disso, podemos citar o fenômeno do &#8220;ficar”.</p>
<p style="text-align:justify;">É o que explica ainda a psicóloga Simone Colto, “Entre os jovens a concepção de relacionamento vem se mostrando a cada dia mais desvinculada de qualquer compromisso, sugerindo uma banalização do namoro e por vezes os grupos discriminam e condenam os jovens que optam por relacionamentos mais duradouros e com base na afetividade, fazendo com que estes se sintam em dúvida diante da sua escolha.”.</p>
<p style="text-align:justify;">Para a psicóloga um exemplo claro disso são as próprias famílias.  “Os exemplos familiares de hoje, na maioria das vezes, também não trazem um referencial que possa sugerir um pensamento diferente, pois os casamentos vem se dissolvendo com muita facilidade, baseados na versão que as diferenças são irreconciliáveis.”, é o que explica Simone Colto.</p>
<p style="text-align:justify;">Diante desta efemeridade de se relacionar, o que se pode destacar que as relações amorosas se dão como conseqüências de todo um estilo de vida, que é atribuído aos dias de hoje.</p>
<p style="text-align:justify;"> Segundo o escritor polonês Zygmunt Bauman, em “vida líquida”, não se pode ter apenas uma relação virtual, mas muitas. Porém com a certeza de elas podem não ser reais.</p>
<p align="center"><strong><span style="color:#ff0000;">A conjugalidade esquecida!</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">A contemporaneidade tem sido cenário de um tipo de vínculo afetivo que marca o fim do padrão de conjugalidade que tínhamos como exemplo.</p>
<p style="text-align:justify;">As pessoas não depositam mais nas suas relações &#8211; e quando falamos isto, nos referimos aos casamentos também &#8211; tolerância, companheirismo, generosidade, diálogo e muitas vezes já começam uma união acreditando que esta tem tempo para iniciar e um tempo para terminar. Todos os amores são descartáveis e renováveis. </p>
<p style="text-align:justify;">Hoje em dia, há uma hiper valorização do sexo. O consumo de revistas, visitas em sites, alcança uma proporção sem precedentes. Sexo, nas revistas femininas, é considerado um atalho para o amor, a mercadoria agora já não são os acessórios, são as pessoas, podendo envolver silicone, próteses, aparelhos de ultima geração para reduzir gordura localizada, entre outros, isto é, uma infinidade de produtos que visam prometer a todos na medida em que o sexo dentro de uma relação amorosa é hiper valorizado.</p>
<p style="text-align:justify;">A partir disto milhares de mulheres podem então se lançar à &#8220;caça&#8221; nos sites de relacionamentos, munidas de dados científicos e dicas de especialistas. É impressionante que sempre ao ligarmos à televisão percebemos o convite sedutor que as propagandas nos fazem a estes sites, compreendemos que para ser feliz, é necessário apenas ter dinheiro, comprar mercadoria, e nos mantermos sedados com a obtenção do bem escolhido em uma sociedade obcecada por bens de consumo, pela imagem perfeita e pela internet.</p>
<p style="text-align:justify;">Trata-se de viver na insensibilidade, no desinteresse e por isso mesmo, tal vivência se torna repleta de preocupações com relação às transformações e términos, muitas vezes mais doloridos do que se almejava. Ao lado do efêmero vem o temor de ficar para trás, de não acompanhar a fluidez e a rapidez dos fatos e produtos, de se tornar supérfluo, dejeto, lixo humano &#8211; de se tornar ninguém.</p>
<p style="text-align:justify;">E é exatamente nesse ponto em que todos esses sites de relacionamentos, entram à tona nas mentes e corações das pessoas, que estavam em busca apenas de um grande amor real.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas como contraponto é importante que se ressalte que por mais que amar seja temeroso nos dias de hoje, para todos existe a real necessidade de conhecer este amor, pois é fato que o ser humano é movido por este sentimento, mesmo que este seja hora, tão frágil.</p>
<p style="text-align:justify;">As pessoas, no fundo estão sempre em busca de uma emoção maior, considerando que por muitas vezes não saibam manter. O amor está internalizado nas pessoas, e apesar de todas as dificuldades muitos ainda desejam criar raízes e pertencer a alguém, provando que ele &#8211; assim como o amor virtual &#8211; existe e sempre existiu, a questão é: termos tempo para presenciá-lo.</p>
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